
Aproveitamos a peça Dois de Nós para fazer uma pequena escapadela de fim-de-semana ao Porto, ou aproveitamos a escapadela para ir ver a peça, já não sei bem. O que é certo é que conbinou tudo muito bem para celebrarmos 15 (!) anos de casados com esta viagem.
Estranhamente, só tínhamos estado no Porto em passagem de outras andanças, e nunca tinha calhado pararmos a sério para desfrutar desta bela cidade. Não só isso está corrigido, como fomos muito bem acolhidos a todos os níveis, num fim de semana frio, mas com um tremendo sol iluminando toda a incrível paisagem.
Ficamos alojados num dos apartamentos Oporto Comfort Dom Hugo, na rua do mesmo nome, bem no centro histórico e um excelente ponto de partida, a pé ou de metro, para vários dos principais pontos turísticos.
Pertíssimo do cais da ribeira, mas com o detalhe do percurso ser composto por trilhões de escadas e ruas íngremes, portanto convém mentalizar, preparar as pernas e o folêgo. Mas é um caminho que vale cada passo. O Porto é de fato uma cidade mística e, não querendo desdenhar da capital, apesar de ter também turismo massivo, consegue ainda manter um carácter muito mais autêntico e local do que Lisboa, na minha opinião.
Um amigo local me presenteou com duas recomendações de restaurantes que aproveitamos e adoramos: O Rápido (em homenagem ao comboio, e não à velocidade do serviço), com uma comida bem típica, de conforto e de qualidade caseira, e o Brasão, para uma imperdível Francesinha. Este último tem várias casas, e experimentamos a do Coliseu, mesmo a jeito da peça.
Tivemos pena de não conseguir entrar na Livraria Lello, sempre com filas tremendas, e de não termos reparado que o mercado do Bolhão fechava ao Domingo, precisamente quando planeamos visitá-lo! Coisas de quem vem da Margem Sul do Tejo e acha que todos os mercados só fecham à segunda…
Bamos ter que boltar.
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